Dirigentes avaliam alternativas do mercado enquanto aguardam definição sobre Mano Menezes
O Grêmio voltou a ser alvo de sondagens vindas do exterior, e duas opções portuguesas pousaram na mesa dos dirigentes recém-empossados. Luís Castro apareceu primeiro. Demitido do Al-Wasl no início de novembro, o treinador de 54 anos mantém boa reputação por seu trabalho no início da SAF do Botafogo. Um intermediário já procurou o técnico sobre a chance de assumir o Tricolor a partir de 2026. A resposta não foi negativa, longe disso. Mas a informação é clara dentro do clube: “não há negociação em curso”. Tudo estacionado enquanto Mano Menezes segue no cargo, mesmo com clima de incerteza pairando pelo ar.
Quase no mesmo movimento surgiu outro nome, igualmente português, igualmente forte. Artur Jorge, campeão da Libertadores e do Brasileirão de 2024 pelo Botafogo, foi indicado aos dirigentes como alternativa futura. Hoje no Al-Rayyan, do Catar, ele tem contrato até 2027 — detalhe que pesa, e muito, porque envolveria multa rescisória considerável. Ainda assim, o nome mexe com o imaginário de quem acompanha bastidores do futebol brasileiro. Um perfil vencedor, método rígido, currículo que dispensa explicações.

Apesar das ofertas, o clube não abriu conversas. O momento é de espera, observação, quase um xadrez silencioso em meio à rearrumação interna do departamento de futebol. Mano Menezes, técnico atual, continua sendo o ponto central dessa equação: sua permanência ou saída definirá qualquer passo adiante. E enquanto isso, o Grêmio convive com essa curiosa cena — portas batendo do lado de fora, enquanto por dentro ninguém gira a maçaneta.

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