O volante Caíque Gonçalves, do Vitória, comentou uma das principais particularidades do confronto contra o Athletico-PR pelas oitavas de final da Copa do Brasil: o gramado sintético da Arena da Baixada. Em entrevista coletiva antes da viagem para Curitiba, o meio-campista admitiu que o campo representa um desafio extra para a equipe baiana, que não está acostumada a atuar nesse tipo de superfície.

Athletico e Vitória se enfrentam nesta segunda-feira (3), às 21h (de Brasília), na Arena da Baixada, pelo jogo de ida das oitavas de final. A partida de volta será disputada no Barradão, em Salvador.
Caíque destaca dificuldade de adaptação
Durante a entrevista, o volante afirmou que o Vitória precisará se adaptar rapidamente ao gramado sintético para reduzir os erros ao longo da partida.
“Tem que passar por cima de todas as adversidades que vamos enfrentar por conta do campo. É um campo que não estamos acostumados a jogar. É tentar se habituar o mais rápido possível dentro do jogo para minimizar os erros.”
Caíque ainda destacou que a velocidade da bola muda em relação ao gramado natural, o que exige atenção especial dos jogadores.
“É difícil, um gramado que corre mais a bola, às vezes prende também, mas não tem para onde correr. Vamos ter que jogar lá e se adaptar o mais rápido possível para voltar com um resultado bom e decidir no Barradão com a nossa torcida.”
Arena da Baixada é trunfo do Athletico-PR
O gramado sintético da Arena da Baixada costuma ser apontado como um dos fatores que aumentam a força do Athletico-PR como mandante. O clube paranaense foi pioneiro entre os estádios utilizados em competições da CBF ao adotar esse tipo de superfície, homologada pela FIFA.
Além da adaptação ao campo, o Vitória terá pela frente um Athletico-PR que vive bom momento em casa e aposta no fator local para construir vantagem no primeiro confronto da eliminatória.


























