O ataque covarde ao Palmeiras após a virada no Morumbis
Depois da virada espetacular do Palmeiras sobre o São Paulo, no Morumbis, no último dia 5, algo ficou muito claro: parte do futebol brasileiro — e uma boa fatia da imprensa que se diz “imparcial” — ainda não aprendeu a lidar com a grandeza do Verdão.
Sim, houve erros de arbitragem do Ramon Abatte Abel. Isso é inegável. A arbitragem erra, sempre errou, e continuará errando — o problema é quando o erro serve de combustível para um ataque coordenado e covarde, vindo de todos os lados, inclusive de clubes e comentaristas que nada tinham a ver com o jogo.
O que vimos depois da vitória palmeirense foi um verdadeiro linchamento midiático. De repente, quem não estava em campo resolveu dar opinião, quem perdeu em campo resolveu reclamar, e quem deveria analisar com equilíbrio preferiu escolher lado.

É curioso ver como, quando o Palmeiras vence — principalmente de forma grandiosa, como foi —, o mérito parece sempre ser colocado em dúvida. O discurso vira o mesmo: “favorecimento”, “erro do juiz”, “VAR amigo”, e por aí vai. Mas quando é o contrário, o silêncio domina os microfones.
O que está em jogo aqui não é apenas um resultado de clássico. É uma tentativa de minar o protagonismo do Palmeiras, que hoje, sem exagero, joga o melhor futebol do Brasil. Um time bem treinado, competitivo, com elenco equilibrado e mentalidade vencedora.
E é justamente por isso que o clube e seus torcedores precisam permanecer unidos. Ignorar as falácias, as provocações e as teorias conspiratórias que tentam diminuir cada conquista. Porque a verdade é uma só: o Palmeiras não incomoda por causa do árbitro — incomoda porque vence.
Enquanto outros procuram desculpas, o Verdão joga bola. E é esse o maior “crime” que o futebol brasileiro parece não estar disposto a perdoar.


























