O Grêmio definiu a principal condição para negociar Cristian “Kike” Olivera com o Nacional-URU. O clube uruguaio intensificou os contatos para contratar o atacante, que pertence ao Tricolor e está emprestado ao Bahia, mas a direção gremista deixou claro que só aceita uma transferência em definitivo. A informação foi apurada pelo jornalista Saimon Bianchini, da GZH.

O Nacional demonstrou interesse em um empréstimo de seis meses, porém essa possibilidade não está nos planos do Grêmio. O contrato de Kike Olivera com o clube gaúcho é válido até dezembro de 2027, e a diretoria entende que uma venda definitiva é a alternativa mais adequada neste momento.
Qual é a exigência do Grêmio?
Para avançar nas conversas, o Grêmio exige que o Nacional assuma a dívida que ainda possui com o LAFC, dos Estados Unidos, clube que negociou o atacante com o futebol brasileiro.
Na transferência original, o Tricolor acertou o pagamento de US$ 3,5 milhões. Desse valor, ainda restam aproximadamente US$ 2 milhões (cerca de R$ 10 milhões) em aberto. A intenção da direção gremista é transferir essa obrigação financeira ao clube uruguaio como parte do acordo.
Grêmio quer manter percentual de Kike Olivera
Além da quitação da dívida, o Grêmio impôs outra condição importante para concluir a negociação. O clube pretende manter um percentual dos direitos econômicos de Kike Olivera, preservando a possibilidade de lucrar em uma futura venda do atacante.
As conversas entre as partes devem evoluir nos próximos dias, mas ainda não existe um acordo fechado. O Nacional vê com bons olhos a contratação do uruguaio, que perdeu espaço no Bahia e enxerga a possibilidade de atuar pelo clube do qual é torcedor.
Internamente, o Grêmio não trabalha com a hipótese de reintegrar Kike Olivera ao elenco. A tendência é que o futuro do atacante seja definido por meio de uma negociação definitiva, desde que as condições estabelecidas pela direção sejam atendidas pelo Nacional-URU.


























