Restrição inesperada deixa o clube tricolor sem poder registrar atletas e acende alerta nos bastidores
O Grêmio amanheceu sob um baque duro: a Fifa impôs um transfer ban que impede o clube de inscrever jogadores por três janelas consecutivas, com efeito imediato a partir do dia 18. A medida surgiu após nova cobrança internacional e seguirá ativa até que a pendência financeira seja totalmente quitada. Embora a entidade não tenha detalhado qual negociação motivou a punição, o cenário traz à tona a disputa envolvendo o River Plate, do Uruguai, que detém 50% dos direitos de Matías Arezo e cobra 150 mil euros pelo empréstimo recente ao Peñarol.
Nos bastidores, a situação ganhou gravidade quando o clube uruguaio relatou ter ouvido do Tricolor a impossibilidade de pagar o valor no momento, agravando o processo que já tramitava na Fifa. Paralelamente, o Grêmio enfrenta desafios no caixa, resultado do atraso nos repasses da patrocinadora máster, Alfa, que ainda não regularizou pagamentos previstos. Para complicar, parte do dinheiro referente à Libra esteve retido por decisão judicial, só sendo liberado na última semana — um alívio curto diante do bloqueio esportivo imposto.

Agora, a direção trabalha para equalizar as contas e tentar reverter o transfer ban o quanto antes que o impacto atinja diretamente os planos esportivos de Mano Menezes. Sem poder registrar reforços, o planejamento fica travado e obriga o clube a lidar com um limite prático que ultrapassa o campo financeiro. A Fifa mantém o entendimento tradicional: não pagou, não contrata. E o Grêmio tenta correr contra o relógio para encerrar o imbróglio antes que o prejuízo fique ainda maior.

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